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Edição #08

Oi, como você está?

Dia 28 de maio um dos maiores nomes do samba deu seu suspiro derradeiro. Usar esse espaço para tentar escrever sobre a importância de Nelson Sargento à história da Música Popular Brasileira seria um pleonasmo. 

De apelido Sargento, Nelson foi, em vida, o próprio samba. No morro da Mangueira, escreveu poesias em forma de música — e era Vasco, óbvio. 

“…quando o amor desafina, as notas que predominam, saudade e desilusão…”
“…arte moderna pra você não vale nada, até vedete você diz não ser artista…”
“…ó musa, me ajude como outrora, não me abandone agora, no ocaso da vida…”
“…a miséria flutua, pro garoto de rua, apesar de haver tanta lei Moço, a coisa tá feia…”
“…o amor muitas vezes nos põe demente, ou nos transforma em farrapo de gente…”

Não existe pauta nem tinta suficientes para uma homenagem. Seu nome está escrito no grande panteão dos imortais. Apenas muito obrigado

O “Samba agoniza mas não morre…”

SV

A edição dessa semana está mais leve e com uma novidade: a chegada da colunista Patricia Dias, que vem trazer um pouco de alento falando sobre a importância da leitura — em especial, na importância das leituras de newsletters. 

Boa leitura!

Notas do Lambrequim #08

Nosso Adejo bateu asas e voou

Internet Explorer, algum órfão?

Derrubamos o veto, Bolsonaro

Sobre correspondências e casinhas de beiral rendado

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