Pesquisadores colaram pequenos códigos QR feitos de papel nas costas de abelhas para acompanhar seus hábitos e ciclo de vida. Usando uma cola à base de goma-laca, eles prenderam os códigos sem prejudicar os insetos. Um scanner posicionado acima das colmeias registrava cada entrada e saída das abelhas, permitindo mapear seus trajetos e rotinas com precisão.
O resultado mais inesperado foi em relação à longevidade das abelhas. Até então, acreditava-se que elas viviam cerca de 28 dias. No entanto, com esse rastreamento, os cientistas observaram abelhas em atividade por até seis semanas. E mais: essas tarefas de coleta de néctar e pólen — chamadas de forrageamento — só começam por volta da segunda semana de vida. Ou seja, a vida útil das abelhas pode ser bem mais longa do que se imaginava.
P.S.: por aqui, nós amamos abelhas — inclusive a logo da nossa editora faz referência a uma colmeia.